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O artigo abaixo foi escrito pelo Coordenador Local dos Estudantes pela Liberdade no Espírito Santo Luan Sperandio

homeschoolingUma decisão judicial inédita do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (em Brasília) deferiu pedido de liminar para que uma jovem, que estudou por três anos em casa, obtenha certificado de conclusão do Ensino Médio e possa se matricular no curso de jornalismo, a qual havia sido aprovada no vestibular.

 A prática do homeschooling trata-se do ato de educar crianças em idade escolar nas suas próprias casas em invés de em algum estabelecimento de ensino. Essa insatisfação com o ambiente predominante nas escolas motiva a busca pelos pais de outras formas de dar educação aos filhos e reivindicar o melhor para seus respectivos contextos. (more…)

11079619_1064397910254087_1000841005374384995_nO Encontro Regional de Lideranças do Sul foi um evento destinado principalmente para proporcionar interação entre os membros da região e promover treinamento de liderança e troca de conhecimento   tanto de experiências pessoais quanto técnicos.

Neste último encontro, que ocorreu no dias 20 e 22 de março de 2015, grande parte desses objetivos foram contemplados da melhor forma possível.  (more…)

Relato escrito pelo Coordenador Regional dos Estudantes pela Liberdade no Sudeste Lucas Borges

Encontro de Coordenadores do SudesteNos dias 27 à 29 de Março foi realizado em Belo Horizonte – Brasil o primeiro encontro regional de lideranças do Sudeste do Estudantes Pela Liberdade. O objetivo do evento era criar uma interação entre os coordenadores para intensificar os trabalhos e projetos na região. Como organizador do evento gostaria de compartilhar com vocês o processo de realização do encontro.  (more…)

Grupo Domingos Martins Espírto SantoAconteceu no último sábado, às 09h, o quinto grupo de estudos do Estudantes pela Liberdade em Vitória.

O evento foi um sucesso, reunindo cerca de 30 pessoas na UFES para estudar o livro “O que é o liberalismo”, de Donald Stewart Jr.

A novidade da vez foi a presença do presidente do Instituto Líderes do Amanhã, Gilvan Badke.

Ele foi um dos mediadores da discussão e trouxe mais riqueza ao debate. Também sorteamos livros entre os presentes.

por Chance M.E. Davies

eutanásiaCom a Suprema Corte do Canadá prestes a tomar uma decisão histórica sobre eutanásia e suicídio assistido graças ao caso Carter v. Canada, a questão da existência ou não do direito de um indivíduo morrer volta a ser tema de debate na terra da polícia montada. Países, como Bélgica, Holanda, Luxemburgo e Colômbia tem com sucesso garantido o direito de morrer aos seus cidadãos, entretanto, o atual Código Penal do Canadá tipifica eutanásia e suicídio assistido (semelhanças e diferenças podem ser observadas aqui ) como “homicídios” punidos com até 14 anos de cadeia. Há décadas essa tipificação anti-liberal vem sendo combatida, entretanto, o direito de morrer teve sua defesa ignorada por muitos anos, mas a maré parece estar virando ao seu favor. Em junho passado,  Quebec tornou-se a primeira província a aprovar o direito de morrer, tratando a eutanásia como parte dos cuidados que um doente terminal pode ter, apesar da oposição de grupos religiosos e do governo federal. Isso provocou a Suprema Corte a re-examinar a legislação federal. Mas por que o direito de morrer importa tanto e por que deve ser apoiado? (more…)

Artigo escrito pelo Doutorando em Administração de Empresas pela FGV-EAESP Daniel Lopes. 

GerenciamentoEm 1937, o economista inglês Ronald Coase se perguntou “por que as firmas existem?“. Na época, a palavra “terceirização” não estava em moda, mas o que ele queria saber era, justamente, por que as empresas recorrem ao mercado para algumas atividades e outras são realizadas dentro das suas próprias fronteiras. Quase 80 anos depois, a Câmara dos Deputados se prepara para a votação do projeto de lei 4330/2004, que regulamenta contratos de terceirização. É claro que nossos políticos até hoje não devem ter a menor ideia sobre as contribuições de Coase (Prêmio Nobel em 1991). Então, vamos tentar dar uma luz ao debate. (more…)

OGrupo Leonard Read - EA 1 Grupo Leonard Read promoveu o seu primeiro encontro do Grupo de Estudos destinado a aprofundar o conhecimento dos seus participantes na Escola Austríaca de economia.

O grupo tem sede em Varginha/Minas Gerais, saiba mais sobre suas atividades em sua página: Grupo Leonard Read

(more…)

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O artigo abaixo foi escrito pelo coordenador local dos Estudantes pela Liberdade em Minas Gerais Josias de Matos. 

Todo ano, em outubro são anunciados os ganhadores do Prêmio Nobel, divididos em 6 categorias: Prêmio Nobel Paz, de Literatura, de Física, de Medicina, de Química e Prêmio Nobel de Ciências Econômicas. Este ano 12 pessoas foram contempladas:

  • Prêmio Nobel de Medicina: Mai-Britt Moser, Edvard I. Moser e John O’Keefe. (Noruega e EUA)
  • Prêmio Nobel de Física: Shuji Nakamura, Hiroshi Amano e Isamu Akasaki. (EUA e Japão)
  • Prêmio Nobel de Química: William E. Moerner, Eric Betzig e Stefan Hell. (EUA e Alemanha)
  • Prêmio Nobel de Literatura: Patrick Modiano. (França)
  • Prêmio Nobel de Ciências Econômicas: Jean Tirole. (França)
  • Prêmio Nobel da Paz: Kailash Satyarthi e Malala Yousafzai. Kailash. (Índia e Paquistão)

A entrega dos prêmios Nobel evidencia o déficit educacional no Brasil, não só na questão quantitativa, mas principalmente na qualidade da educação brasileira. A América Latina como um todo apresenta muita dificuldade em ser premiada, mas o Brasil consegue passar um verdadeiro vexame. Poucos incentivos à pesquisa, falta de programas de financiamento e déficit de professores com doutorado dentro de universidades focadas em pesquisa são apenas a ponta do iceberg da ineficácia da nossa educação.

Somos 200 milhões, quase 3% da população mundial e, segundo as leis de estatística e probabilidade, ao menos 25 brasileiros já deveriam ter sido premiados. Mas até agora nada. O prêmio, distribuído pela primeira vez em 1901, agraciou 840 organizações e pessoas. Nenhum brasileiro*. (more…)

O texto abaixo foi escrito pelo coordenador local dos Estudantes pela Liberdade em São Paulo  Victor Pegoraro.

imposto sindicalTudo começou da seguinte forma:

“O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º Revogue-se o Capítulo III do Título V da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943.
Art. 2º Esta lei entra em vigor em 1º de janeiro de 2016.”
Esse é o tipo de Projeto Lei que todo liberal precisa olhar com bons olhos. O texto de lei que não cria nenhum novo instituto, mas que revoga aqueles que já existem e que afrontam diretamente a liberdade individual das pessoas será sempre bem vindo. Nesse sentido o projeto de lei 870, de 2015, atende essa demanda de forma exemplar em seus dois artigos. (more…)

O texto abaixo foi escrito por Dareen El-Sayed, estudante da Universidade McMaster e membro da Coalizão Canadense-Egípcia para a Democracia.

“Os direitos humanos não são um privilégio dado pelos que estão no poder, são uma liberdade que diz respeito a todos, e os direitos humanos, por definição, incluem os direitos de todos os seres humanos, aqueles na aurora, no crepúsculo, ou nas sombras da vida.” – Kay Grange

Os egípcios foram às ruas em 2011 e conseguiram dar fim a uma ditadura dirigida por Hosni Mubarak que já durava trinta anos. Após a revolução, vieram os sonhos de um novo Egito, sonhos de democracia e de liberdade. De um Egito livre. No entanto, quando olhamos para o atual Egito, a revolta parece ter dado uma volta de 360º e nos deixado no mesmo ponto que antes. Após a revolução, foram realizadas eleições e Mohamed Morsi foi democraticamente eleito. Talvez a democracia fosse pedir demais, porque decorrido apenas um ano de mandato, Morsi foi deposto por militares em um golpe de estado liderado pelo general Al-Sisi. Para protestar contra esta medida ilegítima e antidemocrática tomada pelos militares, milhares de egípcios novamente tomaram às ruas do Egito; até a Praça Rabaa. Eles protestaram pelo direito à democracia e à liberdade. Em vez disso, encontraram a brutalidade da polícia e a violência que matou centenas de pessoas. De acordo com a Human Rights Watch, esses ataques foram “uma das maiores matanças do mundo contra manifestantes em um único dia na história recente.” Com isso, estudantes universitários de todo o Egito começaram a protestar e se opor contra as atitudes opressoras do governo egípcio. (more…)